sábado, 13 de octubre de 2007

QUE TEMPESTADE


Estou cá dentro. Na sala, no sofá, com uma manta. Estou confortável.
Lá fora... há chuva, há vento, há granizo até. Que tempestade!
No silêncio da sala o vento siliba. Entra pelas frinchas das janelas e do recuperador de calor. Torna-se medonho. Siiiiiiiiiiiiiiii siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... Mais forte, mais fraco, mais forte, mais fraco e às vezes assustador. E a chuva a bater nas janelas é pesada, barulhenta e incomodativa de tão forte.
Mas não tenho medo. Não estou sozinha... Tenho um tecto.
E neste momento só penso naqueles que têm medo, estão sozinhos e não têm tecto.

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